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Foto: Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo



Assistindo uma reportagem do Domingo Espetacular no Youtube vejo uma cena muito repugnante, entretanto uma dura realidade de uma população Brasileira que vive na miséria em uma nação com a "igualdade" em sua Constituição Federal.

O vídeo trata de "pescadores" de objetos que podem ser reciclados e para eles até mesmo para o uso (banquinhos, brinquedos, bolas e etc) ou consumo ( iogurte fechado e pacotes de torradas lacrados) ganhando assim a vida no Rio Tietê, confira:




O rio tietê nasce na cidade de Salesópolis (estado de São Paulo) e atravessa todo o estado de São Paulo e deságua no Rio Paraná em Itapura.


O rio tietê possui seus 1.100 km de extensão que banha 62 municípios paulistas. A poluição deste amplo rio se deu a partir de 1950, o crescimento populacional e industrial aumentou desordenadamente, no qual resultou o despejo do esgoto doméstico e industrial em suas águas.

Com base nessas informações, caso aconteça uma crise global ou algo do gênero e sua casa fique do lado deste "esgoto" e sua única fonte de alimento no momento é infelizmente se alimentar dos peixes que vivem neste rio? Há, mas ai não tem peixe! Se engana! no vídeo abaixo mostra um grupo de trabalhadores pescando no barranco, veja:


Já esse outro grupo está gravando para simplesmente provar que lá tem peixe:



Conforme pesquisas na internet e comentários dos vídeos, veja que é um bagre-africano. Está espécie é  capaz de ficar por mais de 24 horas fora d’água e conseguindo se locomover em terra firme, o peixe representa perigo ao equilíbrio ecológico, pois sem predador natural na região, o peixe, conhecido pela voracidade não seleciona suas presas, e come o que vir pela frente.

Esta espécie acaba se adaptando ao ambiente inóspito. Os bagres africanos são capazes de sobreviver com nível próximo a zero de oxigênio, isto explica porque deles habitarem no rio tietê.

Como sua única opção é o consumo destas gostosuras que acumularam poluentes em seus organismos, qual será a consequência


Você certamente sofrera uma contaminação, o tecido do peixe funciona como uma esponja e absorvera toda a poluição da água, pode até mesmo não fazer mal para o próprio peixe, mas com certeza fará um mal a quem comê-ló.

Observe que se a poluição fosse orgânica bastaria uma fogueira e um espeto para resolver o problema, no entanto, estamos falando de um rio altamente poluído quimicamente (Ex: pilhas e baterias) em que nenhum cozimento ou fritura resolveriam.   Concluindo que, de maneira alguma a ingestão deverá ser feita, teremos então que procurar outras fontes de alimento.







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Jornal europeu afirma que a Copa do Mundo 2014 será um caos, mas não é preciso ter pânico, pois o “jeitinho brasileiro” fará com que tudo funcione. A reportagem, que critica desde as obras inacabadas a demora em filas de check in nos aeroportos, foi publicada neste domingo (23) no periódico inglês “The Independent.
O texto, assinado pelo correspondente de futebol Ian Herbert, revela os problemas de um País em desenvolvimento, mas confiante no cumprimento das obras. “O otimismo do brasileiro é espumante que as coisas vão ficar prontas, a questão de quando é menos fácil de responder”.
Além das obras do Mundial, a falta de oportunidade para estudar também é destaque. O jornal cita um operário de Fortaleza que aprendeu a ler e escrever quando participava da reforma daArena Castelão. Para os ingleses, Mrs. Luis é a personificação de uma sociedade que vive a baixo da linha da pobreza.
vice-ministro dos Esportes, Luis Fernandes, foi ouvido pelos europeus e explicou que o País realiza um trabalho de progresso e os problemas não devem ser tirados de contexto, pois assim será cada vez pior.
Demora em aeroportos e obras inacabadas em evidência
Fortaleza não escapou das críticas do “The Independent”. A demora de aproximadamente 14 anos para construção do metrô foi citada pelo jornal, que acredita que a entrega foi forçada pela aproximação da Copa do Mundo. O aeroporto da capital cearense foi considerado por Luis Fernandes como uma preocupação. A ampliação do Pinto Martins só será concluída após o Mundial e a solução para atender a demanda da Copa é a construção de um terminal provisório de lona.
As filas para realização de check in no Aeroporto de Manaus, que será sede do jogo entre Inglaterra e Itália, também aparecem como um grave problema. Cerca de 2.000 fãs são esperados na cidade, mas em tarde de uma quinta-feira qualquer demora-se 45 minutos em uma quente fila para despachar a bagagem.
As obras do segundo terminal do Aeroporto de Manaus permanecem inacabadas, assim como muitos outros pelo País. O jornal cita o terminal provisório de Minas Gerais e alfineta São Paulo que também está com o terminal aeroportuário e o próprio estádio ainda em fase de conclusão.
Além dos estádios inacabados de Curitiba e Cuiabá, os altos preços e a distância entre as cidades preocupam. Cheio de incertezas, os ingleses apostam no “jeitinho brasileiro” para que tudo funcione.
                                                                         Fonte: Independent